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DEIXANDO O ESPÍRITO CONDUZIR

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Era dezembro de um determinado ano. Acontecia mais uma reunião entre lideranças para tomar decisões acerca da igreja para o ano vindouro. Decisões sobre metas, planos de ações, maneiras para como conquistar mais no novo ano. Cada um teve sua oportunidade de dar sugestões, cada um teve sua hora de pronunciar sua opinião. Chegando a vez de um dos membros, este pronunciou algo que falou fortemente ao meu coração: “Bom seria que esse fosse o ano do Espírito Santo, ano em que tudo estaria na direção total Dele”. Aquela colocação soou forte aos meus ouvidos e caiu como uma bomba no meu interior. Aquilo era tudo o que eu queria... Estava eu encerrando um longo período de jejum e ansiava muito ver a igreja mergulhada nisso. Depois de alguns instantes uma tristeza tomou conta do meu interior quando percebi que aquela tão preciosa sugestão não tinha sido tão apreciada. Um novo assunto cobriu esse de tal forma que não foi falado mais nada a respeito. Sobre todas as outras sugestões foram feita...

ENOQUE ANDOU COM DEUS

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E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou. Gênesis 5:23-24  Quão maravilhosa foi a comunhão que esse homem teve com o Senhor numa geração prestes ao dilúvio. Nascido da sétima geração depois de Adão, Enoque tinha por descendente também a Enos, este nasceu num tempo em que os homens começaram a buscar ao Senhor. Quem sabe ele tinha conhecimento de tudo o que ocorrera com seus antepassados, mas preferiu ter comunhão com o Senhor. Na Bíblia relata coisas que alguns homens fizeram que

BUSCANDO O QUE FOI PERDIDO

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Leia esse texto bíblico com bastante atenção: Lucas 15:8-9 Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e perdendo uma, não acende a candeia, não varre a casa e não a procura diligentemente, até achá-la? Quando a tiver achado, reúne as suas amigas e vizinhas, dizendo: Regozijai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido. Essa parábola nos leva a uma mulher que, desesperada, buscava um bem perdido. Uma dracma. Segundo alguns historiadores a mulher descrita seria uma camponesa pobre e essas dez dracmas (dez moedas de prata) correspondiam a dez dias salário e, "provavelmente representavam o  suprimento da família". Possa ser que tenha sido isso mesmo ou não, mas não quero aqui me prender aos fatos históricos. Uma dracma nos dias atuais valeria, provavelmente, 0,01 centavo. Também não deveria valer muito naquela época para aqueles que possuíam maiores condições financeiras. Talvez um valor tão pequeno aos nossos olhos que poderíamos até questiona...